Efeito

Ator e Artista Marcial Bruce Lee. Filme Operação Dragão

O que se entende por arte marcial está recheado de estereótipos. Eu próprio, quando iniciei minha jornada, buscava ser o melhor em combate. A perspectiva da invencibilidade me era atraente a ponto de achar que era possível.

Em pouco tempo, percebi que estava mal influenciado, as pessoas que lutavam com mais de uma pessoa ao mesmo tempo eram atores, e o sangue que recheava a tela da minha pequena TV não era sangue.

Então, para que investir energia em uma prática marcial?

Com Mestre Senior Julio Camacho e meus Irmãos Kung Fu William Franco e Claudio Teixeira. Angola, 2017

É difícil responder, creio que somente vivenciando esta experiencia que é possível, cada um a sua maneira, chegar a alguma conclusão.

O que fiz foi imergir no que chamamos de dimensão Kung Fu. Me dediquei e dedico com afinco a minha experiência prática e no contato com meu Si Fu.

Passo horas com ele, e, fui capaz, entre outras coisas, de cruzar o atlântico apenas para apreender, em outro cenário, o mesmo processo. Tive então, a oportunidade de extrapolar o turismo e as postagens nas redes sociais. Eu vivi a experiência.

Com Mestre Senior Julio Camacho, relação Si To.

Com esta bagagem, minha atenção se tornou perspicaz, a ponto de olhar para além do obvio.

Bruce Lee não é apenas um ator, é um revolucionário da industria cinematográfica. Não por seus feitos nos filmes, mas pela produção prévia que fez tudo aquilo ser possível. Há muito de Kung Fu nisto.

Ou, quando estou em aula e Si Fu me orienta na execução de algum movimento, não estamos falando somente da melhor forma de fazer movimentos, mas, usando a experiência marcial como uma ferramenta para entender como viver melhor a vida.

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